Você vem de uma família musical?
Gust: Não....ehh...acho que meu pai tocava guitarra há....não sei. E tocava algo pra mim e minha irmã tentou tocar guitarra, mas não conseguiu nada, acho que ninguém na minha família toca algum instrumento, então acho que sou o único.
Por que escolheu a bateria?
Gust: Meus pais escutavam muito rock como Eric Clapton, Deep Purple, Rolling Stones, Led Zeppelin pelas tardes, então jantávamos e durante o jantar eu tocava debaixo da mesa e acho que meu pai disse: "Ok, saia com comida e tudo" ou "Pode comer no chão" e depois de uns 2 ou 3 meses ele me colocou numa escola de música e o professor disse: "Sim, é muito pequeno"; eu tinha uns 5 anos e era muito pequeno e meu pai falou com o professor: "Bem, isso é tudo o que há" e comecei com tudo isso e foi o início com a bateria.
Quem te inspirou quando começou a tocar?
Gust: Meu pai tem alguns shows do Phill Collins e eu só via a maneira como Chester Thompson tocava a bateria. Era incrível vê-lo! Acho que ficou uns 7 minutos tocando! Isso foi como um estalo na minha vida. Meu pai disse: "Ok, se você quer tocar diante de um público (havia cerca de 10000 pessoas) terá que praticar, praticar e praticar" e eu pratiquei, pratiquei e pratiquei, agora penso nisso, gostaria muito de algum dia tocar com Phill Collins no palco. Não sei, talvez em poucos anos.
Quem te inspira agora?
Gust: Ahhhmm, vejo tantos bateristas de que gosto como Danny Carrey do Tools, Chad Smith do Red Hot Chili Peppers....há muitos! Danny Carrey tem um estilo incrível na hora de tocar bateria e Chad Smith é incrível. Sim estes são dois dos meus bateristas favoritos.
Prefere tocar em estúdio de gravação ou ao vivo?
Gust: Diria que os dois. Na verdade, os dois. No estúdio....diria que 50% da minha vida é ao vivo e os outro 50% no estúdio porque lá sempre estamos juntos, toda a banda, os produtores e eu sou o baterista e toco tudo o que puder tocar, mas quero controlar tudo. E algumas vezes toco, toco e toco e às vezes não há esse click e digo: "Ah droga! Tenho que começar de novo" e todo mundo diz "ok Gustav, não toque demais" e eu digo "ok, por que não?!" e ao vivo você toca na frente de todo esse público depois de todo um ano estando no estúdio de gravação. Quando você vê o público gritando digo para mim mesmo: "estariam gritando por mim" mmmmmff não sei! Mas você sabe que todos estão apreciando a forma como se movem e se perguntam "quem fez isso?" Eu lhes digo: "Eu fiz isso"
Como consegue o equilíbrio entre fazer música e os negócios da música?
Gust: Uhm, não gosto muito do tema mesclar negócios e música. Eu me inclino mais para a música. Não gosto muito o lance de dar entrevistas, isso não é para mim. Talvez porque sou muito tímido e não gosto de falar muito! Então quando perguntam "por que não fala muito?" É por que não gosto de dar entrevistas... {Entrevistador: Então vamos parar com esta entrevista...} Gust: Sim,vamos parar com isso.
Tem algum conselho para dar aos jovens bateristas?
Gust: Que iniciem o mais cedo possível. Que vão à escola e todo esse lance de aulas de bateria e ter um professor. Eu não tenho sido o tipo de rapaz que "toca estas notas", sempre disseram que me deixavam tocar o que eu queria. E acho que é bom que se inicie em uma escola desde os 3 ou 4 anos para ter tudo que precisar e depois já pode tocar o que quiser.
O que te atraiu no Meinl Cymbals?
Gust: Isso é....mmf não sei. Realmente não sei. Gosto de todos os pratos. Meu primeiro conjunto de pratos foi um soundcaster. Tinha um alto e um prato, os dois eram da Meinl Cymbals e valeu a pena. Mas, isso foi há uns 15 anos e de verdade gostava.
Qual das séries da Meinl Cymbals complementa melhor seu estilo?
Gust: O Mb20. Adoro. Gosto que soem duro e muito forte. E esse crash e splash no disco me encanta.
Qual é o teu Meinl Cymbals favorito e por quê?
Gust: Boa pergunta. Muito boa pergunta. Gosto de todos, realmente gosto de todos. Desde que decidi tocar estes pratos gosto desses crash. São incríveis e soam muito bem.
Qual é tua última meta como músico?
Gust: Estamos há 10 anos juntos e tem havido muitos desafios desde então...nos encontramos, tocamos no palco....tivemos 10 pessoas diante de nós...50....e quando olho para trás lembro que tivemos um concerto onde havia gente de uns 35 anos e nós tínhamos uns 12 ou 13 anos. Tocamos apenas 9 músicas dessa vez, cada música tinha 3 minutos e tocamos uma hora e meia. Estavam muito bêbados e tocamos três vezes o mesmo, o mesmo setlist. Para mim isso foi uma meta e também tocar em qualquer parte da Europa e América. Também gostaria de tocar com Phill Collins. Esse é um sonho que talvez nunca se torne realidade, mas veremos adiante.
Gust: Não....ehh...acho que meu pai tocava guitarra há....não sei. E tocava algo pra mim e minha irmã tentou tocar guitarra, mas não conseguiu nada, acho que ninguém na minha família toca algum instrumento, então acho que sou o único.
Por que escolheu a bateria?
Gust: Meus pais escutavam muito rock como Eric Clapton, Deep Purple, Rolling Stones, Led Zeppelin pelas tardes, então jantávamos e durante o jantar eu tocava debaixo da mesa e acho que meu pai disse: "Ok, saia com comida e tudo" ou "Pode comer no chão" e depois de uns 2 ou 3 meses ele me colocou numa escola de música e o professor disse: "Sim, é muito pequeno"; eu tinha uns 5 anos e era muito pequeno e meu pai falou com o professor: "Bem, isso é tudo o que há" e comecei com tudo isso e foi o início com a bateria.
Quem te inspirou quando começou a tocar?
Gust: Meu pai tem alguns shows do Phill Collins e eu só via a maneira como Chester Thompson tocava a bateria. Era incrível vê-lo! Acho que ficou uns 7 minutos tocando! Isso foi como um estalo na minha vida. Meu pai disse: "Ok, se você quer tocar diante de um público (havia cerca de 10000 pessoas) terá que praticar, praticar e praticar" e eu pratiquei, pratiquei e pratiquei, agora penso nisso, gostaria muito de algum dia tocar com Phill Collins no palco. Não sei, talvez em poucos anos.
Quem te inspira agora?
Gust: Ahhhmm, vejo tantos bateristas de que gosto como Danny Carrey do Tools, Chad Smith do Red Hot Chili Peppers....há muitos! Danny Carrey tem um estilo incrível na hora de tocar bateria e Chad Smith é incrível. Sim estes são dois dos meus bateristas favoritos.
Prefere tocar em estúdio de gravação ou ao vivo?
Gust: Diria que os dois. Na verdade, os dois. No estúdio....diria que 50% da minha vida é ao vivo e os outro 50% no estúdio porque lá sempre estamos juntos, toda a banda, os produtores e eu sou o baterista e toco tudo o que puder tocar, mas quero controlar tudo. E algumas vezes toco, toco e toco e às vezes não há esse click e digo: "Ah droga! Tenho que começar de novo" e todo mundo diz "ok Gustav, não toque demais" e eu digo "ok, por que não?!" e ao vivo você toca na frente de todo esse público depois de todo um ano estando no estúdio de gravação. Quando você vê o público gritando digo para mim mesmo: "estariam gritando por mim" mmmmmff não sei! Mas você sabe que todos estão apreciando a forma como se movem e se perguntam "quem fez isso?" Eu lhes digo: "Eu fiz isso"
Como consegue o equilíbrio entre fazer música e os negócios da música?
Gust: Uhm, não gosto muito do tema mesclar negócios e música. Eu me inclino mais para a música. Não gosto muito o lance de dar entrevistas, isso não é para mim. Talvez porque sou muito tímido e não gosto de falar muito! Então quando perguntam "por que não fala muito?" É por que não gosto de dar entrevistas... {Entrevistador: Então vamos parar com esta entrevista...} Gust: Sim,vamos parar com isso.
Tem algum conselho para dar aos jovens bateristas?
Gust: Que iniciem o mais cedo possível. Que vão à escola e todo esse lance de aulas de bateria e ter um professor. Eu não tenho sido o tipo de rapaz que "toca estas notas", sempre disseram que me deixavam tocar o que eu queria. E acho que é bom que se inicie em uma escola desde os 3 ou 4 anos para ter tudo que precisar e depois já pode tocar o que quiser.
O que te atraiu no Meinl Cymbals?
Gust: Isso é....mmf não sei. Realmente não sei. Gosto de todos os pratos. Meu primeiro conjunto de pratos foi um soundcaster. Tinha um alto e um prato, os dois eram da Meinl Cymbals e valeu a pena. Mas, isso foi há uns 15 anos e de verdade gostava.
Qual das séries da Meinl Cymbals complementa melhor seu estilo?
Gust: O Mb20. Adoro. Gosto que soem duro e muito forte. E esse crash e splash no disco me encanta.
Qual é o teu Meinl Cymbals favorito e por quê?
Gust: Boa pergunta. Muito boa pergunta. Gosto de todos, realmente gosto de todos. Desde que decidi tocar estes pratos gosto desses crash. São incríveis e soam muito bem.
Qual é tua última meta como músico?
Gust: Estamos há 10 anos juntos e tem havido muitos desafios desde então...nos encontramos, tocamos no palco....tivemos 10 pessoas diante de nós...50....e quando olho para trás lembro que tivemos um concerto onde havia gente de uns 35 anos e nós tínhamos uns 12 ou 13 anos. Tocamos apenas 9 músicas dessa vez, cada música tinha 3 minutos e tocamos uma hora e meia. Estavam muito bêbados e tocamos três vezes o mesmo, o mesmo setlist. Para mim isso foi uma meta e também tocar em qualquer parte da Europa e América. Também gostaria de tocar com Phill Collins. Esse é um sonho que talvez nunca se torne realidade, mas veremos adiante.
trad: THCBR
[Coisa mais fofa falando né gente?! Lindo demais...Gust é amor *aaa* ♥]







0 comentários:
Postar um comentário