Bill: Eles diziam “Sim claro, o Bill quer fazer música. Exatamente”.
Tom: Mesmo no princípio era como se fossemos gozados pelos outros. Era mais as pessoas pensando que éramos engraçados e “Olhem só para estes rapazes” e por aí fora.
No entanto, os gêmeos Kaulitz começaram a elaborar um nome para eles próprios em Magdeburgo e nos arredores também. Eles tocavam em competições de bandas e em pequenos clubes, como o “Gröninger Bad”.
Bill: Aquilo era como um palco aberto e de alguma forma nós tocávamos e costumávamos cantar e espalhávamos muito a palavra e estávamos também à procura de alguém para se juntar, mas nós queríamos absolutamente alguém com uma idade aproximada à nossa. E lá estavam o Georg e o Gustav.
Gustav: Hmm, foi muito engraçado ver esses tipo estranhos no palco. *rindo*
Georg: Naquela época eles ainda eram chamados de “Black Question Mark” *sorrindo* Bem… Quem veio com o nome… *balançando a cabeça ainda sorrindo* até hoje ainda não faço ideia.
Bill e Tom tinham então 12 anos, o baixista Georg 14 anos e o baterista Gustav 13. Logo, fica claro: os quatro se complementam.
Georg:O Bill e o Tom já tinham uma ou duas músicas boas. No início eles também gostavam de tocar conosco e nós começamos a pensar que poderíamos adicionar baixo e bateria.
Bill: De alguma forma, foi realmente uma sensação muito boa ouvir uma bateria de verdade pela primeira vez. E um baixo real.
Gustav: Em geral é muito difícil encontrar pessoas que fazem música e têm a mesma idade. É realmente genial que cada um de nós tem quase a mesma idade. E então, tocamos em todo tipo de clubes. Todos tinham 12 anos ou um pouco mais, e ficávamos no palco até às 22h.
Agora Black Questionmark estão no palco a cada fim de semana e quebrando tudo. A comunidade de fãs está crescendo.
Bill: Um dia li num jornal ou revista escrito: “Black Question Mark e o seu som de guitarra diabolicamente bom”. E Tom ficou totalmente orgulhoso dele e disse: "Ok, nós temos de mudar nosso nome agora, de fato "Devilish" é excelente. Nós nos chamamos "Devilish" de agora em diante.
Por conta própria os Devilish gravaram um CD com 7 músicas. No entanto da estrada do Leste da Alemanha para os tops ainda era uma longa distância.
Tom: É bom tocar em Magdeburgo mas aqui nunca teriamos nada para fazer com produção ou nenhum manager ou gravadora ou nada no mundo da música. É apenas… sim… as hipóteses eram pequenas. *sorrindo*
Bill: O Tom e eu sempre caminhávamos à volta e dizíamos “fazendo gesto de súplica* “Por favor alguém tem que descobrir isto. Tem que existir alguém que veja como é que nós nos sentimos” ou algo assim e hmm….Nós pensávamos sempre “M***! Nós vivemos em Loitsche e a cidade mais próxima é Magdeburgo e não existe o mundo da música lá, nem uma gravadora… nada”.
Bill toma uma decisão: Em 2003 ele concorre no casting do programa “Star Search”.
Bill: Na verdade eu pus tudo ali para chamar à atenção para a banda. Eu queria que alguém visse a minha banda. Que alguém de alguma forma visse os Devilish. E tentava atrair a atenção das câmeras e levava-as sempre para a sala dos lançamentos e eles filmavam-nos lá e eu sempre esperei que alguém pudesse adorar-nos como banda.
Resultou. Uma equipe de produtores de Hamburgo veio para ver os Devilish nos seus concertos em Magdeburgo – e ficaram espantados.
David Jost: Na verdade para mim tem a ver com… Se um artista tem o potencial emocional e se ele tem a força de vontade. E… os Tokio Hotel tinham ambos a 100%. E para dizer a verdade eu nunca tinha visto tal coisa desta dimensão na Alemanha.
Tom: Para mim foi uma atuação como outra qualquer. Mas correu extremamente bem. Sim, eu estava… Eu só me lembro de pensar “A melhor atuação até agora”. Correu excepcionalmente bem e saímos do palco. E depois seguiu-se a reunião. Uma ou duas semanas mais tarde.
Bill: Nós fomos até lá e estávamos muito ansiosos.
Georg: Eu penso que era o único que tinha uma câmera. Tirei fotografias de tudo e no dia seguinte não parava de olhar para as fotos. Eu tirei fotos de tudo quanto era porcaria. Fotos sem gente, apenas com a mesa de mixagem e coisas assim. Para depois mostrar aos meus amigos quando voltasse para casa.
Bill: Eu ainda me lembro que mal conseguia abrir a boca e só pensava “Oh Deus, espero que eles gostem”. No entanto, eles também ouviram as músicas até um certo ponto. Sim, foi muito emocionante.
Bill, Tom, Gustav e Georg passavam constantemente as suas férias da escola gravando no estúdio. Aqui, eles aprenderam tudo o que uma estrela precisa saber passo-a-passo.
Georg: O ambiente era familiar desde o inicio. Nós tínhamos um apartamento emcima do estúdio. Vivíamos os 4 lá e começamos a ensaiar.
Tom: Durante esse tempo tivemos uma amostra do que poderia ser se possivelmente nos tornássemos famosos e estaríamos juntos 24 horas por dia.
Treinador das entrevistas: Lançaram um Single. Como se chama? – Hmmm… “It’s My Life” (É a minha vida). *risos*
Tom: Ter aquela idade e estar em Hamburgo sem os nossos pais, produzindo e ocasionalmente ter algumas garotas à volta…. Foi a melhor época das nossas vidas. Durante esse tempo nós desabrochamos completamente.
Velha montagem de vídeo: O que é que tiveram de cantar hoje? – Hmmm, Nós gravamos a “Rette Mich”, uma espécie de balada. – E as pessoas estavam entusiasmadas quando estava cantando? – Sim, maravilhoso!
Um ano e meio depois o sonho de um contrato com uma gravadora parecia se tornar finalmente realidade.
Bill: Durante algum tempo, nós não sabiamos o que iria acontecer. Um dia, perante todas aquelas músicas nós dissemos, “Hey, temos uma espécie de álbum aqui” *ri*. Ou seja, nós tínhamos bastante músicas e então chegou uma altura em que eles disseram: Ok, sabem que mais? Vamos levá-lo à uma gravadora.
Agora todos os chefes das companhias discográficas chegaram para vê-los ao vivo.
Bill: Nós também queriamos que eles soubessem que nós podiamos fazer música, não é? Quero dizer, não que produzimos algo bonito… mas que podemos mesmo fazer música.
Tom: Nós queriamos ser profissionais e estávamos completamente tranquilos. “É o que nós fazemos todos os dias, certo?” Nós já pareciamos experientes neste campo *sorrindo*
Tom Bohne: E foi provavelmente ao mesmo tempo que a BMG e a Universal… Eu estou também assumindo que a EMI e outras, as maiores companhias discográficas, viram a banda pela primeira vez. Nós pensamos que era muito bom, mas também pensamos que talvez o que estivesse faltando no meio daquilo tudo, era um grande êxito.
Bill: Foi algo estranho ouvi-lo de outras pessoas pela primeira vez e o que lhes parecia, visto de fora.
A gravadora BMG de Berlim foi uma das primeiras a perceber o potencial da banda.
Andy Sellenneit: Eles chegaram ao meu escritório. Nós tínhamos uma porta dupla, uma espécie de porta deslizante naquele edifício antigo e quando a porta abriu, eu vi o Bill e o Tom e ainda me lembro – e nunca vou me esquecer – de como eu pensei “Deus por favor, faz com que eles saibam cantar”. Aqueles novatos estavam parados à minha porta, no entanto se pareciam com estrelas pop e eu me lembro de estar muito entusiasmado porque pensei: Oh, com sorte eles têm canções poderosas. E assim que os ouvi eu soube: Oh, eles sabem cantar e estas músicas são de morte.
Bill, Tom e a sua Banda, tinham o seu primeiro contrato discográfico verdadeiro. Com apenas 14 anos.
Bill: Nós ficamos doidos. Estávamos eufóricos. Estava tudo ao nosso alcance depois de tanto tempo… Devido aos nossos contratos e a tudo isso, e todas aquelas negociações, nessa altura tudo teve de passar pelo tribunal de menores.
Tom: Eu só pensava que tudo aquilo era desnecessário, porque eu pensava: O que é que eles querem verificar? Tive uma pequena conversa com a minha mãe e estava tudo bem.
Andy Sellenneit: A propósito, nessa altura estávamos muito contentes que tudo estivesse a correr bem porque o único problema que esperávamos das medias era o fato deles dizerem: Mas eles ainda são tão novos, vocês podem fazer isso com essa idade? Perguntas típicas que não se aplicaram aos Tokio Hotel.
Bill: Tínhamos 13 anos quando os conhecemos e o lançamento aconteceu quando já tínhamos 15 anos. Entretanto também perdemos o nosso contrato discográfico.
No final de 2004 o fim parecia próximo ainda, antes deles terem começado realmente enquanto banda.
Andy Sellenneit: Na altura a Sony e a BMG entraram em conversações, hmmm, relativamente a um projeto comum que resultaria na criação de uma única gravadora.
Bill: E de repente já era… “Que tipo de banda é esta? Que contrato é este? Não vamos fazê-lo!
David Jost: Eu acho que o mundo desabou sobre a banda.
Tom: Na época fiquei magoado… quer dizer, eu acreditei tanto naquilo e pensava que era fabuloso e eu, hmmm, eu não conseguia perceber nada.
Bill: E quando os produtores nos disseram eu fiquei sem sorrir uma semana depois disso, penso eu. Eu estava incrivelmente triste.
Tom: Na verdade para nós o sonho tinha acabado… bem, pelo menos naquele momento…
tradução:THCBR
Tom: Mesmo no princípio era como se fossemos gozados pelos outros. Era mais as pessoas pensando que éramos engraçados e “Olhem só para estes rapazes” e por aí fora.
No entanto, os gêmeos Kaulitz começaram a elaborar um nome para eles próprios em Magdeburgo e nos arredores também. Eles tocavam em competições de bandas e em pequenos clubes, como o “Gröninger Bad”.
Bill: Aquilo era como um palco aberto e de alguma forma nós tocávamos e costumávamos cantar e espalhávamos muito a palavra e estávamos também à procura de alguém para se juntar, mas nós queríamos absolutamente alguém com uma idade aproximada à nossa. E lá estavam o Georg e o Gustav.
Gustav: Hmm, foi muito engraçado ver esses tipo estranhos no palco. *rindo*
Georg: Naquela época eles ainda eram chamados de “Black Question Mark” *sorrindo* Bem… Quem veio com o nome… *balançando a cabeça ainda sorrindo* até hoje ainda não faço ideia.
Bill e Tom tinham então 12 anos, o baixista Georg 14 anos e o baterista Gustav 13. Logo, fica claro: os quatro se complementam.
Georg:O Bill e o Tom já tinham uma ou duas músicas boas. No início eles também gostavam de tocar conosco e nós começamos a pensar que poderíamos adicionar baixo e bateria.
Bill: De alguma forma, foi realmente uma sensação muito boa ouvir uma bateria de verdade pela primeira vez. E um baixo real.
Gustav: Em geral é muito difícil encontrar pessoas que fazem música e têm a mesma idade. É realmente genial que cada um de nós tem quase a mesma idade. E então, tocamos em todo tipo de clubes. Todos tinham 12 anos ou um pouco mais, e ficávamos no palco até às 22h.
Agora Black Questionmark estão no palco a cada fim de semana e quebrando tudo. A comunidade de fãs está crescendo.
Bill: Um dia li num jornal ou revista escrito: “Black Question Mark e o seu som de guitarra diabolicamente bom”. E Tom ficou totalmente orgulhoso dele e disse: "Ok, nós temos de mudar nosso nome agora, de fato "Devilish" é excelente. Nós nos chamamos "Devilish" de agora em diante.
Por conta própria os Devilish gravaram um CD com 7 músicas. No entanto da estrada do Leste da Alemanha para os tops ainda era uma longa distância.
Tom: É bom tocar em Magdeburgo mas aqui nunca teriamos nada para fazer com produção ou nenhum manager ou gravadora ou nada no mundo da música. É apenas… sim… as hipóteses eram pequenas. *sorrindo*
Bill: O Tom e eu sempre caminhávamos à volta e dizíamos “fazendo gesto de súplica* “Por favor alguém tem que descobrir isto. Tem que existir alguém que veja como é que nós nos sentimos” ou algo assim e hmm….Nós pensávamos sempre “M***! Nós vivemos em Loitsche e a cidade mais próxima é Magdeburgo e não existe o mundo da música lá, nem uma gravadora… nada”.
Bill toma uma decisão: Em 2003 ele concorre no casting do programa “Star Search”.
Bill: Na verdade eu pus tudo ali para chamar à atenção para a banda. Eu queria que alguém visse a minha banda. Que alguém de alguma forma visse os Devilish. E tentava atrair a atenção das câmeras e levava-as sempre para a sala dos lançamentos e eles filmavam-nos lá e eu sempre esperei que alguém pudesse adorar-nos como banda.
Resultou. Uma equipe de produtores de Hamburgo veio para ver os Devilish nos seus concertos em Magdeburgo – e ficaram espantados.
David Jost: Na verdade para mim tem a ver com… Se um artista tem o potencial emocional e se ele tem a força de vontade. E… os Tokio Hotel tinham ambos a 100%. E para dizer a verdade eu nunca tinha visto tal coisa desta dimensão na Alemanha.
Tom: Para mim foi uma atuação como outra qualquer. Mas correu extremamente bem. Sim, eu estava… Eu só me lembro de pensar “A melhor atuação até agora”. Correu excepcionalmente bem e saímos do palco. E depois seguiu-se a reunião. Uma ou duas semanas mais tarde.
Bill: Nós fomos até lá e estávamos muito ansiosos.
Georg: Eu penso que era o único que tinha uma câmera. Tirei fotografias de tudo e no dia seguinte não parava de olhar para as fotos. Eu tirei fotos de tudo quanto era porcaria. Fotos sem gente, apenas com a mesa de mixagem e coisas assim. Para depois mostrar aos meus amigos quando voltasse para casa.
Bill: Eu ainda me lembro que mal conseguia abrir a boca e só pensava “Oh Deus, espero que eles gostem”. No entanto, eles também ouviram as músicas até um certo ponto. Sim, foi muito emocionante.
Bill, Tom, Gustav e Georg passavam constantemente as suas férias da escola gravando no estúdio. Aqui, eles aprenderam tudo o que uma estrela precisa saber passo-a-passo.
Georg: O ambiente era familiar desde o inicio. Nós tínhamos um apartamento emcima do estúdio. Vivíamos os 4 lá e começamos a ensaiar.
Tom: Durante esse tempo tivemos uma amostra do que poderia ser se possivelmente nos tornássemos famosos e estaríamos juntos 24 horas por dia.
Treinador das entrevistas: Lançaram um Single. Como se chama? – Hmmm… “It’s My Life” (É a minha vida). *risos*
Tom: Ter aquela idade e estar em Hamburgo sem os nossos pais, produzindo e ocasionalmente ter algumas garotas à volta…. Foi a melhor época das nossas vidas. Durante esse tempo nós desabrochamos completamente.
Velha montagem de vídeo: O que é que tiveram de cantar hoje? – Hmmm, Nós gravamos a “Rette Mich”, uma espécie de balada. – E as pessoas estavam entusiasmadas quando estava cantando? – Sim, maravilhoso!
Um ano e meio depois o sonho de um contrato com uma gravadora parecia se tornar finalmente realidade.
Bill: Durante algum tempo, nós não sabiamos o que iria acontecer. Um dia, perante todas aquelas músicas nós dissemos, “Hey, temos uma espécie de álbum aqui” *ri*. Ou seja, nós tínhamos bastante músicas e então chegou uma altura em que eles disseram: Ok, sabem que mais? Vamos levá-lo à uma gravadora.
Agora todos os chefes das companhias discográficas chegaram para vê-los ao vivo.
Bill: Nós também queriamos que eles soubessem que nós podiamos fazer música, não é? Quero dizer, não que produzimos algo bonito… mas que podemos mesmo fazer música.
Tom: Nós queriamos ser profissionais e estávamos completamente tranquilos. “É o que nós fazemos todos os dias, certo?” Nós já pareciamos experientes neste campo *sorrindo*
Tom Bohne: E foi provavelmente ao mesmo tempo que a BMG e a Universal… Eu estou também assumindo que a EMI e outras, as maiores companhias discográficas, viram a banda pela primeira vez. Nós pensamos que era muito bom, mas também pensamos que talvez o que estivesse faltando no meio daquilo tudo, era um grande êxito.
Bill: Foi algo estranho ouvi-lo de outras pessoas pela primeira vez e o que lhes parecia, visto de fora.
A gravadora BMG de Berlim foi uma das primeiras a perceber o potencial da banda.
Andy Sellenneit: Eles chegaram ao meu escritório. Nós tínhamos uma porta dupla, uma espécie de porta deslizante naquele edifício antigo e quando a porta abriu, eu vi o Bill e o Tom e ainda me lembro – e nunca vou me esquecer – de como eu pensei “Deus por favor, faz com que eles saibam cantar”. Aqueles novatos estavam parados à minha porta, no entanto se pareciam com estrelas pop e eu me lembro de estar muito entusiasmado porque pensei: Oh, com sorte eles têm canções poderosas. E assim que os ouvi eu soube: Oh, eles sabem cantar e estas músicas são de morte.
Bill, Tom e a sua Banda, tinham o seu primeiro contrato discográfico verdadeiro. Com apenas 14 anos.
Bill: Nós ficamos doidos. Estávamos eufóricos. Estava tudo ao nosso alcance depois de tanto tempo… Devido aos nossos contratos e a tudo isso, e todas aquelas negociações, nessa altura tudo teve de passar pelo tribunal de menores.
Tom: Eu só pensava que tudo aquilo era desnecessário, porque eu pensava: O que é que eles querem verificar? Tive uma pequena conversa com a minha mãe e estava tudo bem.
Andy Sellenneit: A propósito, nessa altura estávamos muito contentes que tudo estivesse a correr bem porque o único problema que esperávamos das medias era o fato deles dizerem: Mas eles ainda são tão novos, vocês podem fazer isso com essa idade? Perguntas típicas que não se aplicaram aos Tokio Hotel.
Bill: Tínhamos 13 anos quando os conhecemos e o lançamento aconteceu quando já tínhamos 15 anos. Entretanto também perdemos o nosso contrato discográfico.
No final de 2004 o fim parecia próximo ainda, antes deles terem começado realmente enquanto banda.
Andy Sellenneit: Na altura a Sony e a BMG entraram em conversações, hmmm, relativamente a um projeto comum que resultaria na criação de uma única gravadora.
Bill: E de repente já era… “Que tipo de banda é esta? Que contrato é este? Não vamos fazê-lo!
David Jost: Eu acho que o mundo desabou sobre a banda.
Tom: Na época fiquei magoado… quer dizer, eu acreditei tanto naquilo e pensava que era fabuloso e eu, hmmm, eu não conseguia perceber nada.
Bill: E quando os produtores nos disseram eu fiquei sem sorrir uma semana depois disso, penso eu. Eu estava incrivelmente triste.
Tom: Na verdade para nós o sonho tinha acabado… bem, pelo menos naquele momento…
tradução:THCBR






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